CCDU Online

10 anos formando talentos — Desde 2014 Transforme sua paixão pelas Danças Urbanas em uma carreira de sucesso.6 professores de referência. 11 módulos. 89 aulas. 100% online. QUERO MINHA VAGA! se liga na crew! EVOLUÇÃO – DOMÍNIO – MOVIMENTO – EVOLUÇÃO – DOMÍNIO – MOVIMENTO – Por que o CCDU? não é só um curso.é uma revolução. O CCDU Online nasceu da visão do dançarino e pesquisador Ugo Alexandre, que — após uma década transformando vidas com o Curso de Capacitação em Danças Urbanas — entendeu que era hora de expandir. O que começou em 2014 como um encontro presencial no Rio de Janeiro, com impacto direto na formação de centenas de jovens das periferias e coletivos de dança, agora rompe fronteiras. Com o apoio de instituições como o IDEBRA e o patrocínio da ID Logistics, o CCDU ganhou sua versão online: um curso 100% digital que democratiza o acesso ao conhecimento técnico, histórico e cultural das Danças Urbanas. O propósito é claro — capacitar a nova geração de artistas com conteúdo de excelência e a chancela de quem vive a cultura das ruas todos os dias. Tradição & Autoridade 10 anos de história e reconhecimento pelo Sindicato dos Profissionais de Dança do RJ (SPDRJ). Flexibilidade Total Estude de onde quiser, no seu ritmo. Acesso garantido por 1 ano inteiro à plataforma. Conteúdo Robusto 8 horas de carga horária intensiva, organizadas para máxima absorção do conhecimento. Estrutura Completa 11 módulos estratégicos, 89 aulas + 3 bônus com glossários de Hip-Hop, House Dance e Locking. LOCKING – POPPING – BREAKING – HIP HOP – HOUSE DANCE – LOCKING – POPPING – BREAKING – HIP HOP – HOUSE DANCE – O Line-Up 6 monstrosda cena. ugo alexandre Idealizador e Instrutor fundamentos, história da dança e danças vernaculares Módulos 1, 2, 3, 4, 5 e 11 Gian Saru Instrutor de Popping & Locking POPPING, LOCKING E TERMINOLOGIAS Módulos 2, 5, 6 e 7 laissy Instrutora de Hip Hop hip hop e glossário Módulos 10 e bônus samir Instrutor de Breaking breaking e b-boying Módulos 9 josh antonio Instrutor de House Dance House dance e glossário Módulo 8 e bônus jp black Instrutor de Locking LOCKING e glossário Módulo 6 e bônus pra quem é? qual é oseu perfil? criativo Dançarinos & EstudantesVocê quer uma base técnica sólida e um entendimento profundo da cultura das danças urbanas. O CCDU é seu alicerce. Profissional Coreógrafos & EducadoresBusca novas metodologias de ensino e reciclagem profissional? Conteúdo exclusivo que vai elevar sua atuação. Estrategista Profissionais da DançaEnxerga valor no conteúdo e quer enriquecer o currículo no mercado. CERTIFICADO INCLUSO. Iniciante Entusiastas & CuriososQuer aprender de forma organizada, no seu próprio tempo, com quem é referência no Brasil. Comece aqui. Conteúdo Programático 11 módulosestratégicos. Boas-vindas e Introdução ao CCDU Ministrado por Ugo Como a Dança Acontece Ministrado por Ugo & Gian. Um Panorama Sobre Histórias das Danças Ministrado por Ugo. Introdução às Danças Vernaculares Estadunidenses Ministrado por Ugo. Danças Urbanas e Terminologias Ministrado por Ugo & Gian. locking Ministrado por JP Black & Gian. popping Ministrado por Gian. house. dance Ministrado por Josh Antonio. breaking Ministrado por Samir. hip hop Ministrado por Laissy. encerramento Ministrado por Ugo. Bônus Inclusos COM GLOSSÁRIOS hip hop por Laissy house dance por Josh Antonio locking por JP Black EVOLUÇÃO – DOMÍNIO – MOVIMENTO – EVOLUÇÃO – DOMÍNIO – MOVIMENTO – Oferta Exclusiva de Lançamento O investimento que muda tudo. O que está incluso 6 professores referência da cena 11 módulos estratégicos 89 aulas completas 8 horas de conteúdo intensivo 3 bônus com glossários 6 professores referência da cena Comunidade exclusiva Certificado incluso Material complementar Acesso por 1 ano inteiro Valor de mercado estimado R$ 500,00+ lançamento preço especial R$149 R$ 69 De R$149 por apenas R$69 Você economiza R$ 80,00 PIX, Boleto ou Cartão QUERO MINHA VAGA! Garantia de 7 dias. Compra 100% segura. Satisfação garantida. 54% off Seja protagonista da sua própria evolução. O caminho para o seu sucesso profissional nas Danças Urbanas começa aqui. Aproveite a conveniência do ensino 100% online com a qualidade de uma formação que já revolucionou a jornada de milhares de jovens. quero fazer o curso!
Por que devemos estudar história para entender a dança?

A renomada coreógrafa e educadora Camille A. Brown aborda em seu TED Talk intitulado “The history of African-American Social Dance” a seguinte frase inspiradora: “O presente sempre contém o passado e o passado molda quem somos e quem seremos”. Essas palavras ressoam profundamente quando consideramos a importância de compreender as origens e histórias das danças. Conexão entre Passado e Presente Como uma linha que conecta nosso passado ao nosso presente. Ao estudarmos as origens, evolução e influências das danças ao longo do tempo, ganhamos uma compreensão mais profunda de sua relevância e significado hoje. Cada movimento que dançamos carrega consigo uma rica herança cultural e artística que moldou nossa arte até o momento presente. Consciência e Sensibilidade Cultural Estudar a história da dança nos permite desenvolver uma sensibilidade cultural mais ampla. Ao conhecermos as tradições, rituais e expressões culturais que deram origem a diferentes estilos de dança, podemos dançar com uma consciência mais informada e respeitosa. Isso nos ajuda a evitar a apropriação cultural e a honrar as origens e significados subjacentes de cada movimento que executamos. Inspiração e Criatividade A história é uma fonte inesgotável de inspiração para a arte. Ao aprendermos sobre os pioneiros, inovadores e revolucionários que desafiaram as convenções e expandiram os limites da dança, somos inspirados a buscar nossa própria expressão criativa e a contribuir para a evolução contínua da arte do movimento. Compreensão do Contexto Social e Político A dança é intrinsecamente ligada ao contexto social e político de sua época. Estudar a história da dança nos permite entender como os movimentos artísticos refletem e respondem aos eventos e questões de seu tempo. Isso nos capacita a utilizar a dança como uma forma de expressão e resistência, ampliando nossa compreensão do papel da arte na sociedade. Conclusão Estudar a história da dança é uma jornada de autoconhecimento e conexão com algo maior que nós mesmos. É uma oportunidade de honrar e celebrar as raízes e tradições que nos trouxeram até aqui, enquanto nos inspiramos a moldar o futuro da dança com respeito, integridade e paixão. Então, vamos nos lançar nessa jornada de descoberta e aprendizado, permitindo que o passado nos guie em direção a um futuro mais consciente e responsável com a arte da dança. TED Talk -The history of African-American Social Dance – Camille A. Brown
Os diferentes termos para o Hip Hop

O Hip Hop, uma cultura vibrante que emergiu das comunidades afro-americanas e latinas no final dos anos 60 e início dos anos 70 em Nova York, EUA, é muito mais do que apenas música e dança. Embora a primeira aparição do termo tenha sido em 1979, sua essência já estava profundamente enraizada nas comunidades desde antes. Esta fusão de ideias reflete a riqueza multifacetada do Hip Hop, que vai além do entretenimento musical para se tornar um movimento cultural poderoso. Explorando as variações do termo “Hip Hop” O termo “Hip Hop” não se limita a um único significado – ele possui várias variações, cada uma com sua própria conotação e aplicação dentro dessa cultura diversificada. Desde a expressão coletiva de identidade e cultura até a comercialização da arte, o Hip Hop se manifesta de diversas formas: Hip Hop ( Cultura Hip Hop) : Refere-se ao conjunto de elementos culturais que compõem a cultura Hip Hop, incluindo dança, música, arte de rua (grafite), DJing, moda e consciência social. Hiphop (Consciência Coletiva): Este termo é uma expressão coletiva de identidade e cultura, que transcende as fronteiras individuais, abordando questões sociais, políticas e culturais, unificando pessoas de diferentes origens através de uma conexão comum com seus elementos e mensagens. hip-hop (produto): O termo refere-se à comercialização da Cultura Hip Hop, incluindo música, dança, moda e arte visual, sendo frequentemente consumidos globalmente. Porém, deve-se selar com responsabilidade sobre autenticidade, apropriação cultural e exploração comercial da cultura de minorias étnicas e raciais. Hip Hop Music : Refere-se ao gênero musical que faz parte da cultura Hip Hop, caracterizado pela sua estética inovação e autentica, que combina batidas marcantes, samples de música, scratches e letras que abordam temas sociais, políticos e pessoais, refletindo a realidade das comunidades periféricas em grande parte. Hip Hop Lifestyle: Refere-se ao estilo de vida associado à cultura Hip Hop, incluindo moda, linguagem, atitudes e valores. Hip Hop Dance: Refere-se especificamente às formas de dança associadas à cultura Hip Hop e suas diversas codificações de “passos” estéticas e conceitos de movimentos. Hip Hop Freestyle (para dança): É amplamente praticado pela comunidade da dança, especialmente no contexto do Hip Hop. Refere-se à habilidade de improvisar movimentos de forma espontânea e criativa, muitas vezes em resposta à música e ao ambiente, como em uma Cypher ou em uma Batalha de dança. O freestyle permite que os dançarinos expressem sua individualidade e estilo único, utilizando seu repertório técnico e artístico, proveniente do seu conhecimento sobre dança, e na diversidade de estilos das street dances. É uma forma valorizar sua autoexpressão com liberdade e autenticamente. De sua origem nas ruas do Bronx a uma influência global, o Hip Hop transcende fronteiras e conecta pessoas de diferentes origens e experiências. Ao compreender as diversas variações do termo “Hip Hop”, nos permite mergulhar um pouco mais fundo em sua essência e valorizar sua capacidade de inspirar, unir e transformar. Que possamos continuar celebrando e respeitando essa incrível cultura, reconhecendo sua importância em nossas vidas e comunidades.
O que são Danças Vernaculares?

O termo “vernáculo” tem origem latina, vindo de “vernaculus”, que significa algo “nascido na casa de alguém” ou “nativo”. Na linguística, é usado para descrever uma língua ou dialeto próprio de uma região ou país, falado pelo povo comum e não formal ou estrangeiro. Num sentido mais amplo, o termo pode ser aplicado a qualquer aspecto característico ou próprio de uma determinada cultura ou região. No mundo da dança, as danças vernaculares representam formas originais e genuínas de expressão artística que emergem das raízes de uma comunidade. Assim como os estadunidenses têm feito em muitas literaturas, a cena global da dança está cada vez mais ciente do termo “Danças Vernaculares”. Um exemplo que pode ilustrar esse fenômeno para nós, brasileiros, é o samba. Originário dos subúrbios do Rio de Janeiro, o samba surgiu das influências da cultura africana em encontros sociais conhecidos como “rodas de samba”. O samba é um gênero musical e uma dança que possui diversas variações, refletindo a riqueza da herança afro-brasileira e sendo um exemplo claro de dança vernacular brasileira. Nos Estados Unidos, o termo “Danças Vernaculares” é usado para descrever as danças nativas que surgiram inicialmente em ambientes rurais e se desenvolveram ao longo dos séculos, chegando aos grandes centros urbanos, acompanhando as mudanças de uma sociedade multicultural pós-moderna. Desde o século 19, essas danças evoluíram e se adaptaram, continuando a prosperar em eventos periféricos, alcançando lugares mais elitizados ao longo de sua história. Nas festas e encontros sociais, essas danças desempenham um papel central. Elas surgem de maneira espontânea, impulsionadas pelo ritmo da música e pelo espírito festivo da comunidade. Em tais eventos, cada passo de dança ganha vida, contribuindo para uma atmosfera de celebração e inclusão. Essas manifestações fazem parte de um continuum cultural e social, atingindo escala global nos dias atuais. Num mundo onde as redes sociais conectam pessoas de diferentes culturas e países, os passos de dança podem se tornar virais com apenas um clique. No cerne dessas danças está uma essência festiva, divertida e democrática, que acolhe a todos, independentemente de origem, classe social, orientação sexual ou crença. Assim, as danças vernaculares não são apenas formas de movimento – são expressões profundas da identidade cultural e da união comunitária, ecoando através dos tempos como testemunhas da diversidade e da alegria da experiência humana.
O Ballet que surge no baile

Você já pensou no significado da palavra “Baile”? Ao longo do tempo, essa expressão evoluiu, refletindo mudanças sociais. De cortes europeias a bailes de rua no Brasil, o “Baile” é um símbolo de celebração. Neste texto, exploramos suas raízes e como os bailes se tornaram acessíveis nas comunidades cariocas, unindo pessoas em torno da alegria da festa!
Duas datas para celebrar o Hip Hop

O Hip Hop é uma força cultural que vai além da música, influenciando moda e entretenimento. Datas importantes como 11 de agosto, da Back To The School Jam, e 12 de novembro, o nascimento da Zulu Nation, marcam uma revolução cultural. Essas datas uniram comunidades e promoveram a paz, celebrando a arte e a expressão criativa.